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Identidade e beleza: O tratamento personalizado que está transformando vidas

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O modelo conhecido como “Estética além da estética” não só recupera o formato da face, como também a própria identidade das pacientes que dizem ter de volta o rosto que viam nas antigas fotografias

Créditos: Marilena / Acervo pessoal

Quando Marilena terminou um casamento de mais de 30 anos, o seu mundo desabou. Depressão, falta de ânimo, baixa autoestima. “Me sentia envelhecida, pele sem vida e sem ânimo para me arrumar ou para sair. Achava que não havia vida após o casamento”.

O drama de Marilena é parecido com o de tantas mulheres que se dedicam por um longo tempo ao trabalho, a família e a tantas atividades que acabam esquecendo de si própria. A recuperação da vontade de viver pode não ser uma tarefa restrita apenas às sessões de terapia, mas a um trabalho conjunto que tenha um só objetivo, devolver a paciente o desejo de se olhar no espelho e se empoderar para enfrentar os novos desafios.

Marilena conta que recebeu apoio dos filhos e dos amigos que a incentivaram a buscar ajuda. O divórcio foi em 2015 e já no ano seguinte ela começou o tratamento estético que iria mudar a sua vida. No consultório da Dra. Ana Carulina Moreno, ela encontrou acolhimento e uma abordagem no tratamento que seria fundamental na sua recuperação física e mental.

Marilena foi estimulada pela dermatologista, além dos procedimentos estéticos, a melhorar a alimentação, realizar atividades físicas e usar rotineiramente bons produtos para a pele.” A Doutora me passou confiança, conhecimento e cuidado em cada indicação que sugeria para mim. Via em cada procedimento a melhora da minha pele, da minha aparência e isso me deixava feliz, autoconfiante e segura de mim”.

A dermatologista explica que essa visão individualizada da paciente é fundamental para entender o momento de cada uma e fazer uma abordagem adequada que a torne feliz e bem-disposta. Ana Carulina explica que no modelo de atendimento que ela propõe, a paciente não só recupera o formato do rosto como recupera a própria identidade. “Essa metodologia é uma resposta ao padrão homogêneo que muitos tratamentos estéticos tendem a seguir, onde a individualidade da paciente é muitas vezes perdida”.

A médica explica que o conceito de “estética além da estética” é fundado na ideia de que “a autoestima do indivíduo está intrinsecamente ligada à sua capacidade de se identificar com sua própria imagem refletida no espelho”. Ela acrescenta que, para buscar os resultados, cria um plano de tratamento exclusivo para cada paciente, “levando em consideração a estrutura facial única e as características que definem sua identidade visual”.

Os resultados do tratamento com Marilena (fotos) e a melhora do seu estado de ânimo provam que o conceito de atendimento da Dra. Ana Carolina pode, sim, fazer diferença na vida das pacientes. “Hoje vejo quanto benefício os procedimentos trouxeram para mim, melhorando minha autoestima e me devolvendo a alegria de viver”, reforça Marilena.

Como é o procedimento?

Segundo a Dra. Ana Carulina, o tratamento começa com uma consulta detalhada onde ela avalia as necessidades e desejos da paciente. A partir daí, elabora um plano de tratamento que pode incluir uma combinação de procedimentos, como preenchimentos, toxina botulínica, terapias a laser e técnicas de contorno facial, “sempre com o cuidado de preservar a essência da aparência da paciente”, diz.

A dermatologista conta que as pessoas que buscam o modelo de atendimento da “Estética além da estética” querem não apenas rejuvenescer, mas também manter a autenticidade de suas feições. “Essa tendência destaca a importância de uma visão mais humanizada e personalizada da estética, onde o bem-estar emocional da paciente é considerado tão importante quanto os resultados físicos,” o conceito de “estética além da estética” sugere uma mudança significativa na maneira como os procedimentos são percebidos e realizados, colocando os desejos e a história pessoal de cada paciente no centro do processo de tratamento”, finaliza.

Sobre a Dra.  Ana Carulina Moreno (CRMRJ 97133-2/RQE 21135)

Graduada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e fez residência médica em Dermatologia pelo Hospital das Clínicas, também da USP.

Obteve o título de Especialista em Dermatologia da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e pela Associação Médica Brasileira (AMB).

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Patrícia Limeira

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Saúde

Boletim reúne artigos que mostram benefícios da alimentação tradicional e riscos dos ultraprocessados

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Fiocruz Bahia
 Um estudo conduzido por pesquisadores da Fiocruz, da Universidade de São Paulo (USP) e das universidades federais de Minas Gerais (UFMG), do Espírito Santo (Ufes), da Bahia (UFBA) e do Rio Grande do Sul (UFRGS), acaba de divulgar um boletim especial com resultados de pesquisas sobre a relação entre alimentação e saúde. As análises, baseadas em informações de milhares de participantes, destacam os efeitos positivos de uma alimentação tradicional brasileira, o consumo de café e laticínios, além dos riscos associados ao consumo excessivo de sal, produtos ultraprocessados e bebidas alcoólicas.

Os resultados mostram que seguir uma alimentação tradicional brasileira – com arroz e feijão – ou adotar uma dieta rica em frutas, verduras, castanhas e peixes, está associado à redução de peso e da gordura corporal ao longo do tempo. Já o consumo de sal permanece muito acima do recomendado: a média foi de 11 gramas por dia, mais que o dobro do limite sugerido pela Organização Mundial da Saúde, que é de 5g. Homens consomem cerca de 38% mais sal do que mulheres, revelando diferenças importantes nos hábitos alimentares.

O consumo de alimentos ultraprocessados, como refrigerantes, sucos industrializados, biscoitos, embutidos (linguiça, salsicha, presunto, mortadela) e salgadinhos, esteve associado a maior risco de várias doenças. Participantes que bebiam um copo médio (240 ml) de refrigerante por dia tiveram até 23% mais risco de hipertensão, diabetes e síndrome metabólica. No geral, quem consome mais ultraprocessados tem maior chance de obesidade, colesterol e triglicerídeos altos, além de depressão. Um aumento de 10% no consumo diário desses produtos elevou o risco de morrer por qualquer causa em 10% e por doenças crônicas em 11%.

Alguns hábitos, no entanto, mostraram efeitos protetores. O consumo regular de café (duas a três xícaras pequenas por dia) esteve associado a menor risco de diabetes e hipertensão, além de melhor desempenho de memória e linguagem entre pessoas com mais de 65 anos. Já os laticínios, principalmente os desnatados, relacionaram-se a níveis mais baixos de pressão arterial e melhor saúde cardiovascular. Quem consumia mais laticínios teve até 64% menos risco de morrer por doenças do coração.

Em relação às bebidas alcoólicas, metade dos participantes relatou consumo regular. A cerveja foi a bebida mais consumida, seguida de destilados entre os homens e de vinho entre as mulheres. O consumo excessivo de álcool aumentou o risco de hipertensão, obesidade abdominal e triglicerídeos elevados, sendo os efeitos mais acentuados nos homens.

Os resultados do Elsa-Brasil reforçam a importância de promover políticas públicas voltadas para a alimentação saudável, com foco na redução do consumo de produtos ultraprocessados, do sal e do álcool, e no incentivo a padrões alimentares tradicionais e naturais. Para a população, as descobertas trazem mensagens práticas: priorizar alimentos frescos, reduzir o consumo de bebidas alcoólicas e valorizar o café e os laticínios com moderação. Uma alimentação adequada, aliada a outras práticas de saúde, podem contribuir para uma vida mais longa e saudável.

O Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (Elsa-Brasil) é uma grande pesquisa de coorte que acompanha, desde 2008, a saúde de mais de 15 mil adultos e idosos em seis capitais brasileiras, com o objetivo de gerar conhecimento científico sobre doenças crônicas no país. Cerca de 100 artigos científicos sobre alimentação já foram produzidos pelo Elsa-Brasil, abordando padrões alimentares, consumo de sal, produtos ultraprocessados, laticínios, café, bebidas alcoólicas, adoçantes, ingestão de nutrientes, qualidade da dieta e adesão a dietas especiais. A edição especial do boletim reúne os principais achados sobre alguns temas.

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