ENTRETENIMENTO
Lula diz que Ney Latorraca foi ator e diretor de carisma marcante
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou nas redes sociais sobre a morte do ator e diretor Ney Latorraca. “O Brasil se despede do grande Ney Latorraca, aos 80 anos. Ator e diretor de carisma marcante, nos presenteou com grandes papéis na televisão e no teatro. Foi o vampiro Vlad, em Vamp, o Barbosa, da TV Pirata, na TV, e o Arandir, em O Beijo no Asfalto, com Tarcísio Meira, no cinema. No teatro, entre muitas peças, levou milhões de brasileiros às plateias com o espetáculo O Mistério de Irma Vap, ao lado de Marco Nanini, que entrou no livro dos recordes em 2003 por passar 11 anos em cartaz”.
“Meus sentimentos aos familiares, amigos e admiradores da arte de Ney Latorraca”, disse Lula na mensagem.
O ator Marco Nanini, que ficou em cartaz vários anos com Latorraca na peça O Mistério de Irma Vap, escreveu: “Querido Ney, hoje, no dia de sua partida, me pego mergulhado nas memórias de nossas muitas histórias. Ator de imenso talento, companheiro de cena generoso e divertido. Você, protagonista de uma carreira brilhante, deixa saudades mas também a sua marca”, escreveu Nanini.
O Santos, clube do coração de Latorraca, lamentou a morte do ator e divulgou nota de pesar. Torcedor da equipe da Vila Belmiro, o artista sempre externou sua paixão pelo clube. “O Santos Futebol Clube lamenta profundamente o falecimento do ator Ney Latorraca. Foram mais de cinco décadas de carreira dedicadas genialmente ao teatro, à televisão e ao cinema”, disse a agremiação em postagem nas redes sociais.
A atriz Dadá Coelho também se manifestou sobre a morte de Latorraca. “Que tristeza! Ney Latorraca se foi e, por isso mermo, permanecerá. Para sempre. Que perda imensa. Sempre fui aficcionada pelo Ney. Quando cheguei ao Rio, morei alguns anos na Lagoa, e sempre encontrava o Ney caminhando. Eu passava de bicicleta e gritava: te amoooo, príncipe!” Ele sempre muito simpático e gentil, acenava com um sorrisão.
O velório de Ney Latorraca será nesta sexta-feira (27), das 10h30 às 13h30, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em cerimônia aberta ao público.

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Cineasta Cacá Diegues morre aos 84 anos no Rio

O cineasta Cacá Diegues (foto) – Carlos José Fontes Diegues – morreu nesta sexta-feira (14) aos 84 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela Academia Brasileira de Letras (ABL). A morte foi em decorrência de complicações causadas por uma cirurgia.
Um dos precursores do movimento artístico Cinema Novo, Carlos Diegues nasceu em 19 de maio de 1940, em Maceió (AL), e mudou-se para o Rio de Janeiro, com a família, aos seis anos de idade.
Começou no cinema quando ainda estava no Diretório Estudantil da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio), onde fundou um cineclube e passou a fazer produções cinematográficas amadoras, junto com colegas como Arnaldo Jabor.
O cineclube foi um dos núcleos de fundação do Cinema Novo, movimento inspirado pelo neorrealismo italiano e pela Nouvelle Vague francesa, e marcado pelas críticas políticas e sociais, principalmente durante a ditadura militar.
Produções
Entre suas produções dentro do movimento, destacam-se Ganga Zumba (1964), A Grande Cidade (1966) e Os Herdeiros (1969). Em 1969, deixou o Brasil e foi morar na Europa, por ter participado da resistência intelectual e política à ditadura. Ao retornar, na década de 70, dirigiu Quando o Carnaval Chegar (1972), Joanna Francesa (1973), Xica da Silva (1976), Chuvas de Verão (1978) e Bye Bye, Brasil (1980).
No período de retomada do cinema brasileiro, lançou Tieta do Agreste (1996), Orfeu (1999) e Deus é Brasileiro (2002). O Grande Circo Místico (2018) foi seu último lançamento como diretor.
Ao longo de sua carreira, conquistou prêmios em inúmeros festivais nacionais e internacionais. Em 2018, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras na vaga de Nelson Pereira dos Santos.
“Sua obra equilibrou popularidade e profundidade artística, abordando temas sociais e culturais com sensibilidade. Durante a ditadura militar, viveu no exílio, mantendo-se sempre ativo no debate sobre política, cultura e cinema. A ABL expressa solidariedade à esposa, Renata Almeida Magalhães e aos filhos”, informou a ABL, por meio de nota divulgada em suas rede sociais.
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